domingo, 2 de novembro de 2008

UM PASSEIO PELO CAPIBARIBE

Terra à vista!

É assim que navegamos pelo principal rio da nossa cidade. Com toda segurança e com terra sempre à vista. Com beleza e história diante dos nossos olhos e ao alcance de nossos ouvidos. Refiro-me ao passeio de Barco no nosso rio de Janeiro, Fevereiro, Março, Abril e do ano inteiro - o Rio Capibaribe. O mesmo rio um tanto relegado e esquecido, mas, nem por isso, menos piscoso. Hoje mesmo, no passeio da tarde, no Barco catamarã "Maurício de Nassau", com turistas argentinos e de Porto Alegre, um peixe, pulou para dentro da embarcação e foi uma festa! Fotografaram, filmaram e o devolveram ao seu habitat.

As nossas saídas - sempre do Cais do Marco Zero, na Praça Barão do Rio Branco - acontecem, de preferência, às 16h, para que a gente não perca o Pôr do Sol, nas imediações da Cruz do Patrão, monumento com registro mais antigo na cidade do Recife e que fica depois da Ponte do Limoeiro, em Santo Amaro das Salinas.

Começamos por mostrar a Praça que já se chamou Praça do Comércio, Afonso Penna ou, ainda, Alfredo Lisboa, chamando a atenção para o seu piso, no centro, onde se encontra em cerâmica, a Rosa dos Ventos de Cícero Dias, que, deste modo, transportou o céu para o chão do Recife.

Navegamos em direção aos arrecifes, a coluna de pedra que deu nome a esta cidade. Lá, vamos apreciar A Sentinela do Atlântico, o pequeno Parque de Esculturas de Francisco Brennand, alí colocado para comemorar a passagem dos 500 anos do descobrimento do Brasil.


O texto é de Liliana Falangola (foto), proprietária do catamarã Maurício de Nassau que faz passeios turísticos pelo pernambucano Rio Capibaribe.

CENTRO-OESTE MADRUGADOR (VI)

Famoso, após 25 roubos

Motorista participa de programa de TV de rede nacional por sucessivos assaltos vividos no trabalho, em Cuiabá

Uma caneta promocional do hotel paulistano Holiday Inn tornou-se, por alguns instantes na tarde da última terça-feira, o centro das atenções no terminal de ônibus do CPA I. Afinal, quem a segurava e mostrava aos colegas era o motorista Geraldo Gomes Pereira, de 41 anos, provando que passou um dia e meio em São Paulo para uma participação em um programa da TV Record como um dos homens mais assaltados do Brasil, revelando a fragilidade da segurança no transporte público em Cuiabá. Tão inusitado quanto desagradável, o motivo da aparição em rede nacional, há uma semana, é o fato de que Geraldo foi assaltado 25 vezes à mão armada em apenas um ano de trabalho como motorista da linha A01 – Jardim Florianópolis/Centro. Ele inicia o expediente às 16h no terminal do CPA I e encerra todo dia às 23h50. À noite, aliás, é quando a maioria dos assaltos acontece e, principalmente, na região entre o residencial Milton Figueiredo até a Fundação Bradesco, na saída de Cuiabá para a Chapada dos Guimarães (a 67 quilômetros). Rodeado por outros motoristas e cobradores, que cogitam a ida do colega mais famoso para o Guiness (o livro dos recordes), Geraldo explica que poderia não ser considerado um dos homens mais assaltados do Brasil, caso decidisse trocar de trajeto há alguns meses, direito concedido pela empresa de ônibus a funcionários que tiverem passado por três assaltos na mesma linha. “Não trabalho para a empresa, trabalho para os passageiros”, sintetiza o motorista, que prefere continuar servindo aos usuários pelos quais já possui simpatia. Coronel Osmar Lino Farias, da Polícia Militar, esclarece que todos os policiais possuem a orientação de realizar abordagens em pontos de ônibus da cidade, caso identifiquem uma situação suspeita como a possibilidade de algum assalto a ônibus, o que ele entende como uma “questão de delinqüência juvenil”. Porém, a PM não tem condições, “nem agora nem no futuro”, de colocar oficiais em todos os ônibus, o que o coronel diz já acontecer – à paisana - em alguns trechos da cidade, como na região dos bairros 1º de Março, Doutor Fábio e Jardim Vitória. “Parceiro, fica esperto”. Assim Geraldo costuma dizer, na suspeita de um novo assalto ao ônibus, para o cobrador que o acompanha, Edson Jesus Freitas. Com 26 anos, Edson já foi assaltado seis vezes em apenas oito meses como cobrador, três apenas na linha Jardim Florianópolis/Centro. Ele explica ao usuário de ônibus que, às vezes, os carros não param nos pontos devido às suspeitas de um assalto iminente, pois alguns rostos e atitudes de assaltantes são conhecidos. Motoristas e cobradores não têm como adotar outras medidas além dessa, que já mostraram não adiantar muito, e esperam maior auxílio para trabalhar e saber, como diz Edson, “se voltam para casa”. Até meados de outubro, a Associação Mato-grossense de Transportadores Urbanos (MTU) havia computado 664 crimes praticados contra funcionários do transporte coletivo na Capital. O número equivale a pelo menos duas ocorrências diárias. Em um dos episódios, o cobrador Benedito dos Santos, de 39 anos, foi vítima de uma tentativa de homicídio depois de ser atingido por um tiro que partiu de um adolescente de apenas 13 anos.

Notícia publicada no Diário de Cuiabá
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www.diariodecuiaba.com.br

Saturação marca trânsito na avenida do CPA



Congestionamento constante, falta de vagas, estacionamento irregular, ‘engavetamento’ são constância em via que liga ao Centro região de franca expansão

Responsável por ligar o centro da cidade à região em crescimento do Centro Político Administrativo (CPA), a avenida Historiador Rubens de Mendonça é uma das mais importantes para o trânsito de Cuiabá. A demanda é pesada, e quem depende da avenida reclama de dificuldades como a falta de vagas de estacionamento, perigos para o pedestre e os acidentes. Estas são as principais reclamações de quem convive com um dos maiores fluxos de trânsito de Cuiabá. A primeira e principal citada pela população, a escassez de vagas para estacionamento, está mais do que evidente. No trecho de intenso comércio entre o viaduto da avenida Miguel Sutil e o semáforo na frente do Hotel Paiaguás, motoristas e funcionários dos estabelecimentos são unânimes: a avenida está saturada. A história se repete neste trecho de aproximadamente 440 metros, revelando um dos primeiros problemas da via. Como não há vagas suficientes, o motorista que precisa descer em algum estabelecimento pára seu carro na própria pista pelo tempo que bem entende. A chamada fila dupla se forma. Alguns motoristas reclamam e buzinam, mas a situação é recorrente ali. O desfecho também. A alguns metros e numa velocidade regular, um outro veículo trafega desavisado até quando colide com a traseira do carro indevidamente estacionado, gerando o mais típico acidente da região. Humberto Franco, de 61 anos, mostra-se pessimista. Depois que a compra de carros por financiamento ficou tão fácil, ele diz, “não tem jeito”. Os problemas da avenida do CPA nada mais seriam do que o reflexo do aumento absurdo de veículos na Capital. Há seis anos trabalhando no lava-jato de um posto de gasolina na via, Onofre Vieira da Silva, de 43 anos, aponta que há uma verdadeira guerra entre os motoristas para estacionarem até em locais irregulares. Enquanto falava com a reportagem, três veículos foram multados por agentes municipais de trânsito, os conhecidos “amarelinhos”. Os carros estavam estacionados em cima da calçada do posto, área reservada a pedestres. “Os amarelinhos fazem a festa aí”, confirma Paulo Henrique Leão, policial militar que trabalha na região das 7h às 19h. Ele conta que, principalmente nos primeiros dias do mês, o tumulto se estabelece na área próxima à agência do Banco do Brasil. Aí, os motoristas utilizam a pista mais devagar, teoricamente apropriada para o transporte coletivo, para estacionarem e ficarem no banco por horas. ACIDENTES - Os acidentes, então, tornam-se inevitáveis, e geram lentidão. Mesmo que geralmente sejam de baixa gravidade, os “engavetamentos” não deixam de ser uma preocupação e podem se tornar mais perigosos. Por isso, Paulo diz que o problema de estrutura existe, mas também falta educação por parte dos motoristas. Deolino Belatto tem 79 anos e trabalha há 18 como comerciante na avenida. Ele tem toda a autoridade para falar sobre o local e afirma que a imprudência dos motoqueiros é a principal causa dos acidentes ali. Ele relata que muitos deles chegam a passar com seus veículos nas calçadas, comprometendo os pedestres. Marcelo Alves de Jesus, de 30 anos, é motoqueiro e concorda em parte. “É falta de estrutura aliada com falta de educação”, analisa. Ele diz que “demorou” para a Secretaria Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) providenciar pistas exclusivas para as motos e ônibus e que os motoqueiros também se sentem ameaçados pelos carros.

Notícia publicada no Diário de Cuiabá
NORTE MADRUGADOR (VI)

Dia de Finandos

Um dos cultos mais antigos e que esteve presente em quase todas as religiões, em especial as mais antigas é o culto aos mortos. A principio era ligado aos cultos agrários e de fertilidade. Para os mais antigos, os mortos eram como sementes, e por isso eram enterrados com vistas à ressurreição. O dia dos mortos na prática da Igreja Católica surgiu como uma ligação suplementar entre mortos e vivos. O mundo em geral, tanto religiosos como profano aderiu a tal prática. No século I, os cristãos visitavam os mortos em seus túmulos para rezar pelos que morreram, mas iam apenas ao tumulo dos mártires. Já no século V, um dia do ano era dedicado para rezar por todos os mortos, a igreja rezava por aqueles que ninguém mais lembrava. Exatamente no século X, a Igreja Católica estabeleceu um dia oficial para os mortos (Dia de Finados). Foi a partir do século XI, que os papas Silvestre II, João XVII e Leão IX passaram a forçar a comunidade a dedicar um dia aos mortos. No século XIII, tal data passou a ser comemorada no dia 2 de novembro, pois no dia 1º de novembro é a festa de Todos os Santos (celebra todos os que morreram em estado de graça e não foram canonizados). Atualmente as pessoas comemoram o dia dos mortos, levando flores aos túmulos e participam dos eventos ecumênicos de tal data.Para a dvogada e teóloga Maria Elisa Bessa de Castro, “o Dia de Finados é o dia da celebração da vida eterna das pessoas queridas que já faleceram. É o Dia do Amor, porque amar é sentir que o outro não morrerá nunca. É celebrar essa vida eterna que não vai terminar nunca. Pois, a vida cristã é viver em comunhão íntima com Deus, agora e para sempre”, comenta, acrescentando que matém viva na memória a lembrança de seus pais já falecidos..

Matéria publicada no jornal Diário do Amapá, de Macapá

Link: www.diariodoamapa.com.br

NORTE MADRUGADOR (VI)

Homem acusado de roubo vai ao tribunal dirigindo carro roubado
Um morador de San Francisco (Califórnia, EUA) poderia ter ido de carona ao tribunal que o julgaria por roubo de carros. Mas ele mudou de idéia e foi de carro. Foi dirigindo um Lexus SUV... roubado.O homem, um cabeleireiro de 37 anos, foi preso nesta segunda (27), quando foi flagrado pela polícia chegando ao tribunal com o carro roubado. O que chamou a atenção das autoridades foi um barulho incessante vindo de dentro do carro: eram cachorros que haviam sido roubados junto com o veículo e estavam trancados.Os cachorros eram da raça Yorkshire e chamaram a atenção dos pedestres. O homem também foi acusado de maus tratos contra animais.
(Associated Press)


Matéria publicada no jornal Diário do Pará, de Belém

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www.diariodopara.com.br

NORDESTE MADRUGADOR XXVIII

TRÂNSITO
Motos não medem risco no trânsito

Motoristas de ônibus, caminhões e de carros pequenos reclamam das imprudências e irresponsabilidades cometidas pelos motoqueiros nas ruas e avenidas de Salvador. Andar em ziguezague, ultrapassar pela direita e transitar pela calçada são práticas comuns da maioria desses pilotos. Nem mesmo o semáforo vermelho impede que eles façam barbeiragem, pois muitos ultrapassam essa e outras sinalizações. Se a cidade estiver congestionada em poucos minutos eles conseguem chegar ao destino. Sem se identificar, o motoqueiro de 23 anos, disse que isso não é problema. “Subo no passeio e pronto, chego rápido ao meu destino”, os pedestres que tomem cuidado.
“Olha para isso. Acham pouco fazer uma barbeiragem atrás da outra e sobem na calçada”, destacou a estudante Adriana Soares, 19 anos, ao dar de cara com um motoqueiro tomando o espaço que é, ou pelo menos deveria ser destinado aos pedestres. De acordo com a estudante tal prática é comum entre a classe. “Pior ainda é quando eles andam pela contra-mão, arriscam as suas vidas e a de outras pessoas que circulam por aqueles locais”.
Apenas em Salvador, já são mais de 53 mil circulando pelas ruas e Avenidas. Mais econômicas, baratas e com financiamento em até 48 vezes, zero de entrada e prestações que cabem no bolso da maioria das pessoas, as motocicletas ganham espaço no mercado e nas ruas da capital baiana. “As financeiras estão facilitando muito. Imagine você ter que pegar coletivo toda vez que for trabalhar? O valor que é pago no mês é praticamente o mesmo da prestação”, destacou a vendedora e motoqueira Karla Silva, 28 anos.

Notícia publicada no jornal “Tribuna da Bahia”

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http://www.tribunadabahia.com.br/

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AVALIAÇÃO
Porto cearense tem baixa avaliação

Os portos brasileiros, em geral, ainda estão distante de alcançar um nível de excelência. Os gargalos nestes equipamentos passam por dificuldades no acesso rodoviário, profundidade insuficiente do calado, má infra-estrutura de armazenagem, altas tarifas, entre outros obstáculos enumerados.No Ceará, a situação não é diversa. Apesar de possuirmos um porto considerado moderno, o do Pecém, a estrutura portuária no Porto do Mucuripe ainda deixa muito a desejar, a ponto de ter sido considerado, em estudo recente, como deficiente, a pior entre as classificações utilizadas.

Ranking - A avaliação, feita pelo Centro de Estudos em Logística (CEL) — órgão pertencente ao instituto pós-graduação pesquisa em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - colocou o porto de Fortaleza como o terceiro pior entre os 18 observados, ficando à frente apenas dos de Vitória e Salvador.A nota, creditada por embarcadores das 500 maiores empresas exportadoras do País, ficou em 5,7, em um ranking de 0 a 10. A média nacional ficou em 6,3. De acordo com o estudo, o porto piorou exatamente entre os anos de 2005 e 2007.De acordo com o diretor do CEL, Paulo Fleury, responsável pelo estudo, o Porto do Mucuripe encontra-se em um sério impasse estrutural: está inserido dentro da cidade de Fortaleza, um dos centros urbanos que mais crescem no País.

Notícia publicada no jornal “Diário do Nordeste” do Ceará

Link:
http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=586153


ÍNDIOS


Essência da cultura paraibana

Com o objetivo de valorizar a cultura imaterial do povo paraibano a rede de hotéis Tropical Hotels na Paraíba lançou está semana o projeto "Tropical Cultura Essência da Paraíba", que visa salvaguardar a cultura indígena no Estado, em especial os índios potiguaras conhecidos historicamente desde 1501 por ocuparem o território que se estendia pela costa do Nordeste, entre as cidades de Fortaleza (CE) até João Pessoa (PB).
"A intenção é que haja uma mudança no patamar da consciência em prol da cultura local", disse o presidente da rede Tropical Hotels e Resorts Brasil, Adenias Gonçalves Filho, que esteve em João Pessoa na última quinta-feira para receber o Título de Cidadão Paraibano da Assembléia Legislativa.
O projeto dentre outras iniciativas pretende divulgar a cultura dos índios potiguaras por todo o país através de sua rede de hotéis, através da promoção de vídeo-documentário, registro fotográfico (já produzido pela Universidade Federal da Paraíba), folders e cartazes e em feiras, eventos turísticos no Brasil e no exterior, convidando o mundo conhecer o Estado. "Valorizamos o que tem de melhor o país tem. Foi por isso que escolhemos a Paraíba. Reconhecemos todo potencial cultural brasileiro que hoje está um pouco abalado pela globalização", ressaltou o presidente Adenias Gonçalves Filho.
Os índios - Na Paraíba os índios potiguaras ocuparam todo o Vale do Rio Mamanguape, do litoral até a Serra da Raiz, na época Serra da Cupaoba. A Baía da Traição ficou assim conhecida porque foi o local onde aconteceram os primeiros contatos entre os europeus e os ameríndios de maneira singular. O navegador e biografo Américo Vespúcio narra em suas cartas que alguns marinheiros se aproximaram da costa paraibana e entraram no continente. Após algum tempo as índias, que estavam despidas, apareceram na praia, e um outro marinheiro, encantado com as nativas, aproximou-se delas e ali mesmo foi esquartejado e devorado, num verdadeiro ritual de antropofagia. O fato ficou conhecido e foi popularizado até os dias atuais.
Notícia publicada no jornal “O Norte” da Paraíba

Link:

http://jornal.onorte.com.br/domingo/gerais/

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http://www.pbnews.com.br/img/fotos/indios.jpg

SAÚDE

Alagoas vive marco em transplantes

Na última segunda-feira, o governador em exercício José Wanderley Neto comemorou o histórico transplante de coração feito no comerciário João Batista Brito, de 62 anos. Cardiologista experiente, ele não só comandou o procedimento médico, como entrou para os anais da medicina como o primeiro governador a realizar um transplante no Brasil. A cirurgia marcou também a retomada dos transplantes de coração em Alagoas, depois de quase três anos sem registros deste tipo de procedimento médico.
O alarde e a comemoração poderiam ter sido maiores não fosse a posição nacional que Alagoas ocupa quando o assunto é doação e transplante de órgãos. Em 2007, o Estado era o último em números gerais de transplante de órgãos. Este ano, a luta é para assumir a antepenúltima colocação e ficar à frente de Mato Grosso e Acre. Mas ainda assim estaríamos abaixo do Estado vizinho de Sergipe.

Estado é antepenúltimo em doações - Para o coordenador da Central de Transplantes de Alagoas, médico Carlos Alexandre Ferreira, a situação de Alagoas é “ruim” no que se refere a transplantes e doações de órgão. Quando assumiu o cargo, no ano passado, o Estado era o último colocado em números gerais de transplantes. No levantamento parcial da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) dos seis primeiros meses de 2008, Alagoas ocupa a antepenúltima colocação. Esta na frente apenas de Mato Grosso e Acre.
“A situação em Alagoas, no que se refere à doação e transplante de órgãos, é ruim, mesmo quando se compara com o Brasil. Na verdade, o Brasil em si já tem uma situação que não é boa”, diz Carlos Alexandre.

Notícia publicada no jornal “Gazeta de Alagoas”

Link:
http://gazetaweb.globo.com/v2/gazetadealagoas/texto_completo.php?cod=136992&ass=11&data=2008-11-02

FINADOS

Descoberta cultural e histórica pelo mundo dos mortos


O que você acha de um dia acordar com vontade de conhecer um pouco mais da história de São Luís. E para isso em vez de você ir ao museu ou ao Centro Histórico ou mesmo à biblioteca, você ir ao cemitério do Gavião? Parece brincadeira, no entanto, o cemitério do Gavião é o maior acervo da história sepultada a céu aberto de São Luís. E, há mais ou menos dois anos, Antônio Noberto e Aline Vasconcelos, ambos turismólogos, resolveram compartilhar da história existente naquele lugar com a sociedade.
O calendário oficial de passeio ao cemitério do Gavião, oficialmente Cemitério de São Pantaleão – inaugurado em 1855 após um surto de uma epidemia de varíola –, inclui um breve relato sobre a história do Maranhão, de São Luís e do cemitério. O trajeto é feito ao som de músicas de artistas maranhenses e nacionais. E ao chegar às sepulturas de pessoas famosas, um resumo de sua biografia é apresentada, assim como sua participação na sociedade de sua época.
Letras - Da medicina para as letras, Aluísio Azevedo, irmão de Arthur Azevedo, este que não queria ser sepultado em São Luís, pois segundo ele aqui era um terra de medíocres. Seu túmulo pode ser visto a quem visitar o cemitério do centro da cidade. Em sua época, Aluísio Azevedo sofreu inúmeras revelias da sociedade. Dentre inúmeras participações na arte brasileira, Aluísio Azevedo se destaca no estilo naturalista brasileiro. Foi ele com o romance “O Mulato” inaugurou o Naturalismo no Brasil. Aluísio é também autor dos romances “Casa de Pensão” e “O Cortiço”, entre outros.Ainda nas letras, José Tribuzi Pinheiro Gomes Neto, o Bandeira Tribuzi, como se auto-intitulou, em homenagem ao poeta Manoel Bandeira, retornou de Portugal em 1946 para São Luís, e dois anos mais tarde lançou sua obra poética intitulada “Rosa da Esperança”, transformando-se em um acontecimento marcante para a literatura ludovicense. E se de um lado chocou a ala mais conservadora de São Luís, por outro agradou jovens poetas como Ferreira Gullar e Lago Burnett.

Notícia publicada no jornal “O Imparcial” do Maranhão

Link:
http://www.oimparcial.com.br/

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http://farm3.static.flickr.com/2391/1858386174_8967b8768b.jpg?v=0

TURISMO


Praias não têm estrutura para turistas

Praias belíssimas, dunas, ruas e monumentos históricos, igrejas seculares, hotéis, parques, reservas naturais. Natal é um mosaico de atrações de encher os olhos de qualquer turista, mas, apesar de todos esses atrativos e dos investimentos feitos pela Prefeitura, a Cidade do Sol, um dos destinos mais procurados do Nordeste, ainda deixa a desejar em alguns aspectos da infra-estrutura.Uma das principais reclamações dos turistas, comerciantes e dos próprios potiguares é a falta de banheiros públicos ao longo da orla marítima de Natal, que reúne as praias de Ponta Negra, Areia Preta, dos Artistas, do Meio, do Forte e a Redinha. E em nenhuma delas existe banheiro público. “Nós barraqueiros já estamos prontos para receber os turistas, já a infra-estrutura da praia não está nada boa. Não tem banheiro, chuveiro com água doce, segurança”, reclama o barraqueiro Severino Ferreira, que há oito anos trabalha em Ponta Negra.

A falta de segurança é outro problema da praia. Com a retirada das câmeras de segurança, instaladas nos postes da avenida Erivan França, os turistas e, principalmente, os barraqueiros e ambulantes estavam mais seguros. “Os meninos de rua estão com tudo. Roubam a torto e a direito. A coisa piorou depois que tiraram as câmeras. Os policiais passam por aqui, mas nada pode fazer porque eles são menores de idade”, disse o garçom Rivaldo Cardoso, mais conhecido como Maguila.

Notícia publicada no jornal “Tribuna do Norte” do Rio Grande do Norte

Link:
http://tribunadonorte.com.br/91720.html